quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A MALA




Quando sua vida começa você tem apenas uma mala pequenina na mão...
À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que são importantes...
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas, pesa demais, então você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por alí já terão sua própria bagagem.
Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem...
Ou você pode aliviar o peso, esvaziar a mala. Mas, o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora...veja o que tem dentro: Amor, Amizade...
Tem bastante, curioso, não pesa nada...
Tem algo pesado...você faz força para tirar...era a Raiva...como ela pesa!
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, Medo, Pessimismo...nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da Mala...
Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocando no fundo da sua bagagem...Pula para fora outro Sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade...
Aí você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a Tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante...
Procure então o resto: a Força, Esperança, Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor. Tire a Preocupação também. Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo.
Mas, pense bem o que vai colocar lá dentro de novo, hein!
Agora é com você. E não se esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é Muito, Muito Longo.
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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
cmpiasecki@bol.com.br

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ABORTO



por Cláudia Piasecki
Você é à favor ou contra o aborto?
Essa é a primeira pergunta que surge quando se toca no assunto.
Durante uma entrevista, dia desses, o candidato a presidência José Serra cometeu um "ato falho", dizendo que era à favor do aborto, rapidamente "corrigiu", dizendo que era contra. Bem, talvez ele não queira perder os eleitores que tem posição contrária ao aborto. Já que, ser contra o aborto no nosso país parece algo como: "ser politicamente correto".
Não sei se a relevância está em ser contra ou à favor, mas sim está em discutir cada vez mais esse assunto que é permeado por tantos tabus e preconceito.
A verdade é que pelo menos um milhão de mulheres fazem aborto no Brasil todos os anos. Muitas dessas mulheres morrem logo após provocarem o aborto, algumas morrem antes mesmo de conseguir atendimento médico.
O que mais me intriga é que o aborto é um tema que tem relação direta com as mulheres e geralmente é discutido por homens, ou melhor "autoridades" masculinas, sejam elas autoridades políticas ou religiosas. Raramente o tema é discutido pelas mulheres. A classe feminina ou o gênero feminino tem pouca influência ou representação nessas instituições, apesar de estarmos prestes a ter a primeira presidente mulher da história do Brasil.
Como mulher e cidadã, acredito que cabe a nós mulheres fazermos esta escolha. Afinal, vivemos num país democrático, ou não? Como fica a liberdade corporal e de expressão? Por que devemos continuar subjugadas por uma lei antiquada? Que, diga-se de passagem, não é cumprida, já que tantas mulheres praticam o aborto! E o que é pior, em clínicas clandestinas (já que o aborto é ilegal), mas que é do conhecimento de todos que elas existem! Inclusive do conhecimento das autoridades!
Como diria Bóris Casoy: "Isso é uma vergonha"...
Vivemos num regime hipócrita! Aceitamos o aborto indiretamente, sendo contra ou à favor...não importa. Todos fecham os olhos para esta realidade, ou você, caro leitor, já viu alguma mulher cumprir pena por praticar o aborto? Ou já viu algum médico ser preso pela prática "ilegal" do aborto?
Volto a dizer: hipocrisia!
A verdade é que nós mulheres estamos desamparadas com leis tão obsoletas e machistas!
Segundo a Pesquisa Nacional de Aborto feita pela Universidade de Brasília (UnB), com o apoio da Agência Ibope Inteligência e do Ministério da Saúde, uma em cada sete brasileiras entre 18 e 39 anos já realizou ao menos um aborto na vida, o equivalente a uma multidão de 5 milhões de mulheres. De acordo com o estudo, na faixa etária entre 35 e 39 anos a proporção é ainda maior: uma em cada cinco mulheres já fez um aborto. A pesquisa revela que ao contrário do que se pensava, a mulher que pratica aborto no Brasil é casada, tem filhos, religião e pertence a todas as classes sociais.
Se o aborto fosse permitido pela lei, certamente as mulheres se sentiriam mais amparadas e seguras, pois caberia a elas fazer a escolha, e as clínicas poderiam atendê-las sem a sombra do preconceito, inclusive com a participação de um profissional psi na equipe, que auxiliasse numa escolha consciente.
Talvez, algumas pessoas digam: "Mas se o aborto for legalizado, vai ficar banalizado, o número de abortos vai aumentar muito".
Não creio. A proibição só contribui para um atendimento precário que leva muitas mulheres a óbito. A ilegalidade não inibe essas mulheres da prática do aborto.
Talvez o governo não tenha interesse em reavaliar a lei e legalizar o aborto para não ter que arcar com a despesa. É preferível a omissão, fazer de conta que não se vê e deixar com que essas mulheres paguem com a vida.
Concluo enfatizando que esse assunto é de interesse feminino, e cabe a mulher fazer esta escolha. Não creio que este direito ou poder deva ser dirigido aos políticos ou aos religiosos.

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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847
cmpiasecki@bol.com.br

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Banalização do sexo



por Cláudia Piasecki

A liberdade sexual na sociedade atual está diretamente ligada à realização de fantasias.
Vivemos mais o sexo e menos o amor.
A sensualidade está exacerbada, não há limites.
Existem muitas pessoas que vivem muito tempo sem amor, mesmo que tenham um pouco de sexo, mas estão sozinhas, sem amor!
Wilhem Reich, famoso terapeuta corporal, tentou propagar a liberdade sexual do corpo, através do amor, de relações mais intensas, relações saudáveis, não efêmeras, construídas com base na confiança, companheirismo, investimento afetivo.
O que percebemos no comportamento da grande maioria das pessoas é exatamente o contrário, propaga-se o sexo livre, sem ao menos se conhecer o outro. É o consumismo inserido no sexo. Eu consumo o outro, não preciso me preocupar com relação, continuação, ou amar, amor.
Impera a fantasia. É o estímulo sexual o tempo todo. É um atuar sexualmente. Agir, agir, agir, apenas uma descarga de energia.
E os sentimentos que movem o ser humano?
Essas relações de "descarga" realmente são satisfatórias?
A fantasia deveria ser consequência, vem depois, não pode ser a causa. A causa além do desejo deveria ser o amor, relação pelo afeto.
A banalização sexual leva a uma falsa idéia de realização e satisfação sexual. As pessoas se tratam como objetos "descartáveis" próprios para consumo, mas sem a possibilidade de manutenção (duração).
Quanto mais me relaciono sexualmente apenas para descarregar energia, sem nenhum tipo de envolvimento afetivo, terei necessidade de buscar cada vez mais relações dessa natureza, pois haverá apenas uma falsa sensação de satisfação, então inicia-se assim um ciclo compulsivo; a sensação de vazio logo após o término de uma relação sexual casual é bastante grande, os amantes que não tem intimidade alguma desejam "livrar-se" daquela situação o quanto antes.
Quando uma relação sexual acontece num clima de afeto, amor, intimidade, a tendência é que o desejo aumente, e a sensação de completude e satisfação, sejam vivenciadas de maneira real.
O sexo muitas vezes pode dar uma sensação de poder. Principalmente o sexo casual, quem pratica o sexo casual tem a sensação de estar sempre "conquistando", ou consumindo um "produto" novo, mas realização sexual, encontraremos apenas em um relacionamento com amor.

Cláudia Maria Piasecki.
Psicóloga Clínica.
CRP 08/10847
cmpiasecki@bol.com.br
3243-0156 consultório

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Evolução Nem Sempre É Para Melhor



por Mario Sergio Cortella

O autoconhecimento é um processo necessário e fundamental para a melhoria de si mesmo--um processo interminável, pois tudo o que acontece a nossa volta nos afeta e nos transforma. Mas, quando pensam em autoconhecimento, geralmente as pessoas cometem um equívoco, pois associam autoconhecimento à evolução, necessariamente, como aperfeiçoamento.
Não é assim. Nem toda evolução significa uma mudança para melhor. Na cabeça da maioria das pessoas, a palavra evolução também está associada ao Darwinismo. Mas o fato é que Darwin tinha vergonha de usar o termo evolução. Em seu diário, ele prefere usar a palavra transformação, e só usava evolução no sentido de mudança. Ele fala apenas que as espécies se transformam---algumas inclusive para pior, pois desaparecem. O câncer evolui, as encrencas, os problemas, os confrontos evoluem, e ninguém pode dizer que isso é uma coisa boa.
O século 20 no Ocidente foi marcado por essa ideia equivocada da evolução como melhoria. Esse equívoco começa a nascer no Renascentismo, que introduz o antropocentrismo.
O "homem moderno" fala em evolução sempre acreditando que todos nós estamos avançando e rumando para um ponto ideal, aquele que o teólogo francês Pierre de Chardin chamou de Ponto Ômega, que seria o ápice da Vida e da Criação. E, quando o homem passa a enxergar a evolução como uma caminhada rumo à perfeição, acaba mergulhando no território da obsessão evolucionista e derrapando no raciocínio equivocado de que, se nós evoluímos, estamos indo todos em direção a um futuro melhor.
A grande encrenca é que isso só dificulta a compreensão de muitos problemas, inclusive a questão ecológica.
Se nós acreditarmos que a humanidade sempre evoluirá para melhor, a tendência é esquecer a natureza deletéria do homem, esquecer que ele é um animal destrutivo. Assim, até a própria noção de ecologia fica prejudicada, uma vez que as pessoas cultivam uma esperança vã de que a humanidade só vai melhorar e que, portanto, todos os transtornos causados pelo homem---efeito estufa, mudanças climáticas, poluição, o desequilíbrio da vida---são ritos de passagem para um mundo melhor. É como se a humanidade acreditasse que em algum momento da existência haverá uma purificação natural e incontestável do homem.
Bem, no mínimo, isso é uma postura arrogante e, certamente, errada. É preciso ter esperança, mas não tem cabimento não faz nada para mudar a situação e achar que, por pior que seja, vai melhorar no final.
Essa postura ameaça não só a ecologia mas toda a convivência de maneira geral, pois desliga um item imprescindível à sobrevivência e a civilização, que é o alarme.
De maneira geral, nossas medidas de prevenção existem para nos fazer prestar atenção em um perigo.
Mas há uma enorme diferença entre a pura espera e ter realmente esperança, ir atrás das coisas, fazê-las acontecer.
No fundo, de certa maneira, o século 20 atormentou o mundo com a ideia de que tudo dará certo para o homem, uma ideia levada à alma popular pelo escritor Fernando Sabino quando disse que "no fim tudo dá certo; se ainda não deu certo, é porque ainda não chegou no fim".
Esse otimismo, porém, não muda o fato de que, assim como houve um começo, haverá um fim---não necessariamente da vida em si, mas talvez da nossa espécie, dizimada por catástrofe natural, meteoro, bomba, ignorância, vírus ou coisa parecida.
É por tal razão que evolução não necessariamente é melhoria---e nem autoconhecimento. Muita gente acha que se conhece bem e que é a melhor companhia para si mesmo, sem perceber que pode estar sozinho e mal acompanhado.
Isso acontece quando as pessoas se alienam, quando não têm clareza daquilo que fazem, quando produzem aquilo que o escritor Eduardo Giannetti da Fonseca usou como matéria-prima em um ótimo, Auto Engano. O auto-engano é o escondimento e a dissimulação de si mesmo.
Distraídos, perguntam alguns, alarme? Já soou?
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Cláudia Maria Piasecki
cmpiasecki@bol.com.br

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

SAWABONA


SAWABONA

sobre estar sozinho

por Flávio Gikovate



Não foi apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os termos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria, prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher: ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se for manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. As pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.

O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração.

Não é o príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.

O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem outra feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas são ótimas e muito parecidas com o ficar sozinho: ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.

Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.

Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.

Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.

Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.

Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.



SAWABONA:

É um cumprimento usado

no sul da África

que quer dizer:

"Eu te respeito, eu te valorizo,

você é importante pra mim".

Em resposta as

pessoas dizem:

SHIKOBA

Cujo significado é:

"Então eu existo pra

você".



Artigo extraído da Revista Autoestima/32º edição
www.revistaautoestima.com.br
www.flaviogikovate.com.br

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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847
cmpiasecki@bol.com.br

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Criatividade


A CRIATIVIDADE COMO MÉTODO NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS INTERPESSOAIS NO AMBIENTE DE TRABALHO.

As organizações estão discutindo cada vez mais o incentivo da criatividade em busca de qualidade de vida dos integrantes da empresa. A valorização do ambiente de trabalho é muito importante para reter talentos e mantê-los satisfeitos e produtivos na execução de suas tarefas.
Criar é inovar e inovar é o caminho para o conhecimento de novas idéias tornando o indivíduo mais competitivo e mais receptivo para a criatividade, compreendendo a habilidade de produzir coisas novas e diferentes.
Incentivar a criatividade no ambiente de trabalho é estimular os integrantes da empresa a valorizar tanto ambiente físico quanto potencializar suas habilidades para melhorar o desempenho da execução das tarefas gerando maior produtividade e competitividade.
A criatividade implica na transformação do homem e o resultado dos seus esforços. Transformar valores e obter comprometimento através da participação torna possível o desenvolvimento das relações e consequentemente a estrutura da produção.
É importante pensar que para a evolução de uma empresa, a participação emerge para uma visão mais ampla e clara do que precisa ser feito. Mais importante do que uma simples técnica, a participação busca o envolvimento dos trabalhadores, a credibilidade na organização e a confiança de que vale a pena participar. Com honestidade e transparência o gerente pode transformar o local de trabalho em algo que gere satisfação nos trabalhadores.
Trabalhos realizados em grupos geram dificuldades na racionalização individual, produz conflitos interpessoais que são diferenças individuais. Os conflitos estimulam as pessoas a se interessarem pela curiosidade que leva a autoavaliação e a autocontestação, tornando-se um processo para a resolução de problemas, ou seja, levando-os para pensamentos criativos.
Muitas organizações tem dificuldades ao se depararem com conflitos que geram problemas e dentre eles o relacionamento interpessoal, portanto, usar o feedback e a assertividade como ferramenta para o desenvolvimento interpessoal é trabalhar o crescimento individual que leva os integrantes da organização a se relacionarem de forma mais profissional.
A criatividade é um fator que propicia o desenvolvimento pessoal e interpessoal incentivando a um ambiente de trabalho saudável permitindo o comprometimento e a participação dos integrantes na resolução dos problemas. Conflitos sempre irão existir, pois cada pessoa tem uma maneira de pensar, agir e sentir e essa diferença é que influência o grupo. Saber lidar com os conflitos e estar atento aos geradores de ansiedade enriquece para as escolhas positivas
Elisangela Yamamoto
Psicóloga Clínica
CRP 08/13078
Especialista em Gestão de Pessoas
elisangelayamamoto@uol.com.br
9619-1187