segunda-feira, 28 de março de 2011

DISPERSÃO MENTAL


Dispersão mental causa infelicidade, aponta pesquisa.

Psicólogos avaliam estado emocional de voluntários
com um aplicativo de iPhone.

Da France Presse

Um estudo divulgado nos Estados Unidos, sugere que as pessoas gastam quase metade do tempo imaginando que gostariam de estar em algum outro lugar ou fazendo outra coisa, e essa dispersão da mente as torna infelizes.
"A mente humana é uma mente dispersa e uma mente dispersa é uma mente infeliz", escrevem os psicólogos Matthew Killingsworth e Daniel Gilbert, da Universidade de Harvard, na "Science".
"A habilidade de pensar sobre o que não está acontecendo é uma conquista cognitiva, mas tem um custo emocional", dizem.
A pesquisa acompanhou 2.250 pessoas por meio de seus iPhones. Um aplicativo foi instalado para perguntar aos voluntários seu nível de felicidade, o que estavam fazendo, se estavam pensando sobre aquela atividade ou sobre qualquer outra coisa--e, nesse caso, se o pensamento era agradável, neutro ou desagradável.
Quando os resultados foram computados, os cientistas constataram que a mente das pessoas estava dispersa 46,9% do tempo.
Os voluntários se disseram mais felizes quando faziam sexo, se exercitavam ou conversavam. Por outro lado, descreveram maior infelicidade quando usavam o computador em casa, descansavam ou trabalhavam.
Ao examinar as respostas dos voluntários quando suas mentes divagavam, os psicólogos concluíram que só "4,6% da felicidade das pessoas" estão ligados à atividades que estão desempenhando, ao mesmo tempo em que os devaneios correspondem a 10,8% da felicidade.
O estudo indica que a mente dispersa dos voluntários é a causa e não a consequência de sua infelicidade.
Os voluntários tinham mais foco no presente durante o sexo, segundo a pesquisa. Durante outras atividades, as mentes divagavam pelo menos 30% do tempo.
"Nossa vida mental é permeada, em um nível significativo, pelo não presente", disseram os pesquisadores.
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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847
www.claudiapiasecki.blogspot.com
www.psicobela.com.br
9229-7662
3243-0156 Consultório Curitiba

terça-feira, 8 de março de 2011

Desejos de Mulher



por Cláudia Piasecki

O que realmente uma mulher deseja?
O que realmente faz uma mulher, ser realizada e feliz?
A mulher é um ser sublime, cantado em versos e músicas.
Mulheres podem ser meninas, mães, musas, malvadas, mal vistas, maduras; mulher é tentação, ou, apenas mulher...
Desejo de mulher é vida, é viver cada minuto, cada instante, cada conquista, cada surpresa, cada suspiro.
Mulher não é complicada não, desculpem-me os desavisados!
Não tentem decifrá-la; mulher é para sentir, não é para entender.
A simplicidade da mulher está estampada no seu desejo. Desejo de amor!
A mulher é amor, a mulher quer amar!
Não importa se tem 20, 30, 50...
A mulher quer ser reconhecida pelo que faz, pelo que é, não pelo que tem!
A mulher ama a vida. Faz tudo com paixão, perfeição!
Mulher é feita de sensibilidade, de gestos suaves, afeto, afeição.
TPM...tudo pode mudar!
Esse é o segredo!
A mulher se transforma, se molda, se modifica. Evolui com o tempo, não fica parada, estagnada. Busca sentimentos nobres, oferece o que tem de melhor aos outros, se doa.
Desejo de mulher é poder viver sua história, percorrer sua trajetória.
Ser olhada, admirada, conquistar e ser conquistada.
Mulher é o sexo frágil, mas o gênero forte!
Não foge, e luta!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

ESTRESSE

por Cláudia Piasecki

O estresse está presente no nosso dia a dia. Geralmente com uma conotação negativa.
Quem nunca disse, ou, ouviu alguém dizer: "Hoje estou muito estressado"; "Meu chefe me estressa"; "O trânsito está muito estressante"; "Meu filhos me estressam"; "A falta de dinheiro me estressa".
O estilo de vida que levamos hoje em dia, realmente é bastante dinâmico, tudo acontece muito rápido, precisamos dar respostas rápidas no trabalho, na família, etc. Somos exigidos o tempo todo, e também exigimos de nós mesmos resultados rápidos, eficazes, com quase 100% de acertos.
Com o advento da tecnologia, que nos prometia mais eficiência, agilidade e por consequência mais tempo para o descanso, para o ócio, para o lazer, percebemos que tais "parafernálias tecnológicas", computador, telefone celular, IPhone, IPad, etc e etc, trouxeram ainda mais complicação para nossa rotina. Estamos o tempo todo conectados verificando mensagens SMS que "pingam" o tempo todo, e-mails, ligações perdidas, notícias de última hora, blogs de assuntos variados, enfim. Nos dá a impressão que se não estamos on-line, estamos desplugados do mundo globalizado.
Não nos permitimos sequer passar férias tranquilas curtindo a família e o ócio sem carregarmos nossos celulares com internet e bluetooth.
Difícil não ficar estressado com tudo isso!!
Quem sofre as consequências desse estresse negativo, somos nós, e principalmente o nosso corpo.
A tensão acumulada do dia a dia produz dores no corpo, dores musculares, dores de cabeça, perda de energia física. As respostas químicas e fisiológicas do nosso organismo ficam deficientes.
O estresse é caracterizado por aumento de compromisso. Produz sentimento de urgência, pânico, fobias e ansiedade, as emoções se tornam reativas.
Temos a impressão que estamos sempre correndo numa aceleração máxima, como se ficar sem fazer nada, fosse quase um pecado. Necessitamos de estímulos o tempo todo. Mas para onde vamos com toda essa pressa? Por que tanta urgência?
Infelizmente vivemos num sistema que reforça o estresse no sujeito.
Mas o estresse não é apenas negativo como pensamos.
O estresse pode ser positivo quando nos motiva a fazer algo. Por exemplo: Uma nova carreira; Uma viagem; relacionamento; um curso, etc.
Para que não sofrâmos com o estresse a ponto de adoecermos, é necessário equilíbrio nas atividades diárias.
É interessante manter uma rotina, ter uma alimentação balanceada, se possível fazer exercícios físicos regularmente, pois liberam serotonina, que é um hormônio que dá a sensação de prazer e tranquilidade. Dormir pelo menos seis horas por noite (sem levar lap-tops e celulares como companhia para a cama...). Sair com antecedência de casa para não se preocupar com eventuais atrasos. Procurar diminuir a tensão do dia a dia em atividades lúdicas com a família e amigos. Investir nas relações afetivas também é um ponto importante e compensador, pois o carinho, o afeto, o toque, trazem sensação de segurança e proteção.
Ter um momento de paz, relaxar, meditar, refletir, é bastante significativo, pois nos coloca num eixo equilibrado para podermos enfrentar as situações que surgem diariamente, sejam elas boas ou não.
Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Nem tudo se pode ver,ouvir ou dizer.



Betty Milan, psicanalista

Um músico me escreve contando que pertence a uma grande orquestra, mas não tem prazer no trabalho por causa dos colegas. Não suporta o despotismo, a vaidade, a prepotência, a arrogância e a mania de grandeza de alguns. O convívio com "egos inflados" é demasiadamente penoso, e ele me pergunta o que fazer.
Eu, que sempre faço a apologia do ato generoso da escuta, sugiro ao músico que faça ouvidos moucos. Lembro que ele tem o privilégio de escutar os sons mais sutis e sabe ouvir o silêncio. Não precisa dar ouvidos ao que não interessa. Inclusive porque egos inflados estão em toda parte e a luta contra eles não leva a nada. Evitar a luta de prestígio é um bem que nós fazemos a nós e aos outros.
Para viver, nem tudo nós podemos ver, escutar ou dizer. Isso é representado, desde a Antiguidade, pelos três macacos da sabedoria. Cada um cobre uma parte diferente do rosto com as mãos. O primeiro cobre os olhos, o segundo as orelhas e o terceiro a boca. A representação é originária da China. Foi introduzida no Japão, no século VIII, por um monge budista. A máxima que ela implica é "não ver, não ouvir e não dizer nada de mau". Foi adotada por Gandhi, que levava sempre consigo os três macaquinhos, o cego, o surdo e o mudo---Mizaru, Kikazaru e Iwazaru.
Eles ensinam a não enxergar tudo o que vemos, não escutar tudo o que ouvimos e não dizer tudo que sabemos. Noutras palavras, ensinam a selecionar e a conter-se. Isso é decisivo para uma atitude construtiva, mas não é fácil. Somos impelidos a focalizar o que nos prejudica---impelidos por um gozo masoquista ao qual temos de nos opor continuamente. Só a consciência disso permite não sair do caminho em que a vida desabrocha.
Seleção e contenção tornam a existência mais fácil. Desde que não sejam um efeito da repressão, como na educação tradicional, e sim do desejo do sujeito---um desejo vital de se opor às forças do inconsciente que podem nos fazer mal. Isso implica a humildade de aceitar que o inconsciente existe e nós não somos donos de nós mesmos.
A ideia não é nova. Data da descoberta da psicanálise por Freud, no fim do século XIX, mas continua a ser ignorada porque é difícil nos livrarmos do ego. Sobretudo numa sociedade como a nossa, que tanto valoriza, e que não condena a vaidade, a prepotência e a arrogância. Pelo contrário, estimula-as para se perpetuar.
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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847

SEPARAÇÃO


O divórcio é tão natural que, em muitas casas, dorme todas as noites entre dois cônjuges.
Chamfort

Eu e meu parceiro estamos passando por mais uma crise ou é o fim definitivo do nosso casamento? Como saber se nossa união acabou ou pode prosseguir de uma nova maneira, ser reinventada. Questões difíceis de serem respondidas, mas não impossíveis...
A crise acontece muitas vezes independentemente da vontade humana. Ela é irmã da impermanência.
As crises são portanto, como mortes dentro da vida. Embora muitas vezes dolorosas, se nos negarmos a vivenciá-la, corremos o risco de parar o nosso processo de individuação, e prosseguimos "anestesiados", levando vidas parciais, convencionais e "sem alma".
Para se julgar se um relacionamento acabou ou não é necessário levar em conta, um aspecto racional e outro intuitivo. Pode-se pesar na balança racionalmente os prós e os contras de se continuar vivendo uma relação amorosa. Mas também se sabe quando o relacionamento terminou quando não se ama mais uma pessoa.
Uma visão excessivamente romântica do casamento também pode ser a causa de muitas separações. Muitas pessoas são levadas, principalmente por causa da criação que receberam de seus pais, na escola, e das outras influências que tiveram de seu entorno cultural e religioso.
Um casamento pode acabar porque foi se desgastando lentamente com o passar do tempo, apesar dos parceiros se gostarem. O abandono da relação também é uma das causas do fim de muitos casamentos. Cumprem as "obrigações" do casamento, mas fazem da casa um hotel, um lugar apenas para dormir.
É comum pessoas convencionais permanecerem morando juntas, sem separar-se oficialmente...Afinal, que diferença faz separar-se se o casamento nunca existiu mesmo?
Contudo, se queremos viver um relacionamento DE VERDADE, insisto: é necessário que se discuta a relação e se enfrentem as crises, logo que se apresentem, mesmo as mais "cabeludas".
CASAMENTOS APARENTES:
Muitas pessoas resistem a ideia de separar-se oficialmente do cônjuge por vários motivos (que não raro, são, na verdade, desculpas). Existem pessoas que tem medo da solidão, outras dependem financeiramente do cônjuge,outros para que os filhos não sofram.
Geralmente algumas pessoas são dependentes de outra, seja um marido, filho, pai ou mãe, porque projetam neles instâncias que não conseguem, ou não querem desenvolver em si mesmas.
Em uma relação verdadeiramente saudável, o outro deve ser a luz que ilumina minha vida, mas jamais ser os meus olhos. É muito bom e enriquecedor estar com alguém que amplie meus horizontes de vida, mas não queira viver a minha vida por mim!!!
OS HOMENS RESISTEM MAIS À SEPARAÇÃO. POR QUÊ?
Não há como negar: mais mulheres que homens tomam a decisão de se separar. Em geral, os homens ficam em um casamento, independentemente de este estar bom, estável ou até mesmo ruim.
Muitos homens são criados para que se sintam frágeis diante da falta de uma mãe ou mulher. Sequer são ensinados a cuidar-se em um sentido mais objetivo. No casamento, esses homens buscam a continuidade do lar que tiveram. Eles mantêm um vínculo simbiôntico, maternal com suas esposas e dependem dessa pseudo-estabilidade que elas podem lhes dar, como suas mães haviam feito. Essa é a repetição de um papel infantil. Um homem que tenha esse perfil faz do casamento o seu ninho protetor, a sua estabilidade emocional. E, em nome dessa "segurança", ele tolera uma mulher que não ama mais e, para conseguir suportar esse estado de infelicidade crônica, encontra "válvulas de escape" como relações paralelas, sejam estas amorosas ou de amizade; praticar esportes com muita frequência; trabalhar muito...
Existem mulheres que são criadas como estes homens para ser sempre filhas. Entretanto na cultura patriarcal em que vivemos, estimula-se mesmo que indiretamente que a mulher tenha a capacidade de se cuidar psíquica e objetivamente.
A mulher separada "se vira" muito melhor do que o homem em sua nova vida.
Como estes momentos são vividos e o que se aprende com eles "fazem a diferença" na vida de uma pessoa. Ela pode optar por encarar a crise como uma chance de crescer, amadurecer, transformar-se (pois, como dizia Nietzsche: "O que não me mata, me fortalece"), ou como um "castigo da vida" e uma desculpa para se acomodar e não mais lutar pelo que quer.
Texto extraído do Livro: Casamento missão quase impossível.
de Eduardo Ferreira-Santos
Editora Claridade
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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Faça de 2011 um ano melhor...




Por Cláudia Piasecki
Adeus ano velho... feliz ano novo!
O início de um novo ano é sempre tempo para refletir sobre o que já foi, e aquilo que virá. É tempo de renovar, de fazer novos planos, de colocar em prática aquilo que não conseguimos no ano que passou, talvez por falta de tempo, ou quem sabe falta de dinheiro, ou por preguiça, falta de motivação, falta de parcerias.
É tempo de ousar! Tempo de mudança!
Mudar o visual, perder aqueles quilinhos a mais, fazer aquela viagem sonhada, começar a se exercitar, mudar de emprego, mudar de casa, mudar de ares...vai depender da sua necessidade!
É preciso ter coragem! Conte com as pessoas que você ama e que te amam.
Os verdadeiros valores são aqueles que estão atrelados ao puro sentimento de amor, companheirismo, respeito, reciprocidade, afeição.
Ninguém vive sozinho! Devemos valorizar os gestos de carinho, afeto e cuidado que as pessoas que estão próximas nos oferecem. Esses gestos nos enriquecem e nos dão força para os momentos difíceis, onde os acontecimentos se tornam pesados, e fica penoso caminhar sozinho. Porque sabendo que temos com quem contar num momento de adversidade, nos sentimos mais seguros e menos solitários. Seja um familiar, seja um amigo, namorado, o marido, a esposa, um colega do trabalho, amigo da faculdade, um vizinho.
As adversidades vem sem que nos demos conta. Pode ser a perda do emprego, a perda de um ente querido, doença. Nem sempre estamos preparados para lidar com essas coisas. Vivemos como se fôssemos imortais, nada nos atinge...sempre deixamos as coisas para amanhã...aquela visita que prometemos a alguém querido, passear com os filhos, projetos em família, novos empreendimentos. Deixamos muitas coisas que realmente são importantes de lado, e damos prioridade apenas ao material, efêmero, passageiro. Não nos permitimos viver as coisas elementares da vida, que são boas, que talvez sejam tão simples, mas que nos proporcionam tanto prazer. Deixamos nossos desejos de lado, para correr atrás de algo que nem sempre dá frutos.
Não enxergamos as pessoas desprovidos de um olhar crítico, analítico, por vezes debochamos ou invejamos. Cada pessoa tem sua história, sua trajetória, que deve ser respeitada. Só podemos mudar a nossa trajetória... e queremos ser respeitados nas escolhas que fazemos, e perdoados dos erros que cometemos! Então, por que não ter mais empatia pelo próximo?
Exercitar o altruísmo e a generosidade, só nos faz bem. E exercita- los o ano todo, não só em datas especiais, mas diariamente.
O ano novo promete muitas coisas boas!
Mas a realização de cada uma delas depende apenas de uma pessoa...você!
Feliz Ano de 2011!
Que você faça seus sonhos se realizarem!
Muita saúde, amor, paz, sucesso.

“O que se leva dessa vida,
é a vida que se leva.”

Cláudia Piasecki
Psicóloga Clínica
CRP 08/10847
Afiliada Rafcal-Reorganização Afeto-Cognitiva do Comportamento Alimentar
www.psicobela.com.br
3243-0156 / 9229-7662

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A MALA




Quando sua vida começa você tem apenas uma mala pequenina na mão...
À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que são importantes...
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas, pesa demais, então você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por alí já terão sua própria bagagem.
Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem...
Ou você pode aliviar o peso, esvaziar a mala. Mas, o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora...veja o que tem dentro: Amor, Amizade...
Tem bastante, curioso, não pesa nada...
Tem algo pesado...você faz força para tirar...era a Raiva...como ela pesa!
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a Incompreensão, Medo, Pessimismo...nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da Mala...
Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocando no fundo da sua bagagem...Pula para fora outro Sorriso e mais outro, e aí sai a Felicidade...
Aí você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a Tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a Paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante...
Procure então o resto: a Força, Esperança, Coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância e o Bom e Velho Humor. Tire a Preocupação também. Deixe de lado, depois você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo.
Mas, pense bem o que vai colocar lá dentro de novo, hein!
Agora é com você. E não se esqueça de fazer isso mais vezes, pois o caminho é Muito, Muito Longo.
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Cláudia Maria Piasecki
Psicóloga Clínica
cmpiasecki@bol.com.br